sem titulo...
puxei do estojo da vida e abri-o. hesitei entre a caneta da memória e a da ilusão, pois uma tem o hábito de falhar e a outra por vezes escreve demais...
tirei a caneta do pensamento, aquela que sempre me acompanha.
inspirei fundo e escrevi-te. li em ti mágoas e medos, tristezas e alegrias minhas. os sorrisos e os beijos ficaram pendurados em palavras que não dissemos, palavras que iriam ditar o fim próximo desta história tão curta.
caminhei pelos trilhos criados em frases do momento. frases essas que eram de uma cor ténue que não tardou a desaparecer, assim como os trilhos que me levavam até ti.
fiz de ti o meu livro, a minha história do momento, peça de teatro sem actores, vazia, vazio, uma mão cheia de nada.
desfolhámos as páginas desta história demasiado rápido, com curiosidade, tudo acabou depressa...
a próxima história vou escrevê-la a lápis...
tirei a caneta do pensamento, aquela que sempre me acompanha.
inspirei fundo e escrevi-te. li em ti mágoas e medos, tristezas e alegrias minhas. os sorrisos e os beijos ficaram pendurados em palavras que não dissemos, palavras que iriam ditar o fim próximo desta história tão curta.
caminhei pelos trilhos criados em frases do momento. frases essas que eram de uma cor ténue que não tardou a desaparecer, assim como os trilhos que me levavam até ti.
fiz de ti o meu livro, a minha história do momento, peça de teatro sem actores, vazia, vazio, uma mão cheia de nada.
desfolhámos as páginas desta história demasiado rápido, com curiosidade, tudo acabou depressa...
a próxima história vou escrevê-la a lápis...

1 Comments:
Parabéns! Tens uma expressão escrita qualitativamente muito elaborada e reflete uma capacidade criativa que arrisco classificar como sublime. ;)
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